O Estado do Piauí mais uma vez foi destaque noleilão realizado, na última sexta-feira (28), pelaAgência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).Mais de R$ 828 milhões foram comercializadoscom a venda de lotes nos municípios deQueimada Nova e Lagoa do Barro.
O Piauí foi o segundo estado que mais vendeuprojetos. Ao todo foram nove projetoscomercializados, totalizando uma potência de 225 MW. O Estado ficou atrás somente daBahia, que vendeu 17 projetos, já o Rio Grande do Norte vendeu sete e a Paraíba três.
O Piauí foi o segundo estado que mais vendeuprojetos. Ao todo foram nove projetoscomercializados, totalizando uma potência de 225 MW. O Estado ficou atrás somente daBahia, que vendeu 17 projetos, já o Rio Grande do Norte vendeu sete e a Paraíba três.
A energia negociada terá início de suprimento em janeiro de 2019. Desde 2013 o Piauí vem sedestacando em leilões para contratação de energia eólica. O Estado possui condições técnicasfavoráveis para geração deste tipo de energia renovável e limpa.
Atualmente, o Piauí tem um consumo médio de 700 Mega Watts (MW) de energia, onde a hidrelétricade Boa Esperança responde por apenas 237 MW. Com os novos projetos, o Piauí terá um incremento de 1.300 MW no prazo de dois anos, devendo o incremento energético chegar a 3.000 MW em médio prazo(4 a 5 anos).
As condições naturais para as instalações das usinas eólicas se destacam na região da Serra doAraripe, especialmente as cidades de Caldeirão Grande, Marcolândia, Padre Marcos, Simões, CurralNovo, Betânia, Queimada Nova, Lagoa do Barro e São João do Piauí. O litoral do estado tambémmostra grande potencial.
Sobre o leilão
De acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, 51 usinas foram vencedoras docertame, com 4.979.828 Mega Watts (MW) de potência contratada, garantindo a capacidade detransmissão de 2.900,900 MW médio (MWm). O custo marginal de referência do leilão foi R$ 209 pormegawatt-hora (MWh) e o preço médio de venda alcançado foi R$ 196,11.
O montante negociado chegou a 583.850.275,200 MWh e o contratado foi 2.742,500 MWm. Foramcontratados 27.425 lotes. O valor financeiro movimentado no certame foi de R$ 114.496.330.767,96,gerando economia de R$ 2.008.071.876,84, com deságio de 1,72%.
Atualmente, o Piauí tem um consumo médio de 700 Mega Watts (MW) de energia, onde a hidrelétricade Boa Esperança responde por apenas 237 MW. Com os novos projetos, o Piauí terá um incremento de 1.300 MW no prazo de dois anos, devendo o incremento energético chegar a 3.000 MW em médio prazo(4 a 5 anos).
As condições naturais para as instalações das usinas eólicas se destacam na região da Serra doAraripe, especialmente as cidades de Caldeirão Grande, Marcolândia, Padre Marcos, Simões, CurralNovo, Betânia, Queimada Nova, Lagoa do Barro e São João do Piauí. O litoral do estado tambémmostra grande potencial.
Sobre o leilão
De acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, 51 usinas foram vencedoras docertame, com 4.979.828 Mega Watts (MW) de potência contratada, garantindo a capacidade detransmissão de 2.900,900 MW médio (MWm). O custo marginal de referência do leilão foi R$ 209 pormegawatt-hora (MWh) e o preço médio de venda alcançado foi R$ 196,11.
O montante negociado chegou a 583.850.275,200 MWh e o contratado foi 2.742,500 MWm. Foramcontratados 27.425 lotes. O valor financeiro movimentado no certame foi de R$ 114.496.330.767,96,gerando economia de R$ 2.008.071.876,84, com deságio de 1,72%.
Imagem: Francisco Leal
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